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Explore Aterrorizantes Representações de Zumbis no Cinema

No universo cinematográfico, a fascinação por criaturas pós-morte tem gerado uma legião de admiradores, com a **saga do cinema ZUMBI** emergindo como um fenômeno dominante na cultura pop. Mas você já se perguntou como os mortos-vivos passaram a ocupar esse pedestal de popularidade, superando até mesmo os tradicionais vampiros e lobisomens? Desde a estreia de “Zumbi – A Legião dos Mortos” em 1932, o subgênero evoluiu notavelmente, incorporando uma multiplicidade de estilos, desde ação até comédia.

Considerado um marco inicial, “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968) definiu os contornos dos zumbis modernos e injetou comentários sociais profundos no horror. Com essa evolução, surgiram filmes icônicos como “O Despertar dos Mortos” e “Extermínio”, que não só cativaram o público com suas narrativas envolventes, mas também trouxeram críticas ao consumismo e

Aterrorizantes Representações de Zumbis no Cinema

  • A saga de filmes de zumbis tem dominado a cultura pop, superando outros monstros clássicos como vampiros e lobisomens.
  • Os zumbis no cinema têm se diversificado em vários gêneros, incluindo ação, animação e comédia, recebendo uma recepção positiva dos espectadores.
  • O filme “Zumbi – A Legião dos Mortos” (1932) é frequentemente citado como o precursor do subgênero zumbi, apresentando uma história de roubo de noiva e feitiçaria.
  • “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968) revolucionou o conceito de zumbis, estabelecendo a base para os filmes futuros e introduzindo comentários sociais no horror.
  • George Romero, diretor de “A Noite dos Mortos-Vivos”, continuou a impactar o gênero com sequências e “O Despertar dos Mortos” (1978), que critica o consumismo.
  • “Extermínio” (2002) inovou com a introdução de zumbis rápidos e intensas cenas de ação, diferenciando-se dos zumbis lentos tradicionais.
  • “Todo Mundo Quase Morto” (2004), uma comédia de Edgar Wright, presta homenagem ao gênero de zumbis, misturando humor e romance em um cenário apocalíptico.
  • Filmes como “Resident Evil: O Hóspede Maldito” (2002) e “Madrugada dos Mortos” (2004) continuam a explorar e expandir o universo dos zumbis no cinema.
  • A popularidade e evolução dos filmes de zumbi mostram a fascinação do público por essas criaturas e sua busca por emoções fortes e entretenimento cativante.

Os filmes de zumbi têm proporcionado ao público uma experiência emocionante e cativante ao longo dos anos. Desde o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” até produções mais recentes como “Resident Evil: O Hóspede Maldito” e “Madrugada dos Mortos”, o cinema tem explorado as representações dos mortos-vivos de maneiras aterrorizantes. Essas obras vão desde críticas sociais, como em “O Despertar dos Mortos”, até comédias divertidas como “Todo Mundo Quase Morto”. A diversidade de gêneros e abordagens tem contribuído para a popularidade desse subgênero, que hoje supera até mesmo vampiros e lobisomens na cultura pop. Prepare-se para uma experiência arrepiante ao mergulhar nesse universo cinematográfico repleto de zumbis sedentos por carne humana.

A Saga do Cinema Zumbi: Uma Nova Sensação na Cultura Pop

Desde as primeiras aparições nas telas, os zumbis têm capturado a imaginação do público, evoluindo de figuras vodu em filmes como “Zumbi – A Legião dos Mortos” até se tornarem símbolos de críticas sociais e medos contemporâneos. Essas criaturas, outrora relegadas a um nicho do terror, agora permeiam diversos gêneros cinematográficos, incluindo comédia e animação, refletindo sua vasta aceitação na cultura pop. A transformação dos zumbis em uma sensação pop é um fenômeno que pode ser analisado tanto pelo seu valor de entretenimento quanto pela capacidade desses seres de servirem como metáforas para questões sociais, políticas e humanas.

A influência de George Romero, com obras como “A Noite dos Mortos-Vivos” e “O Despertar dos Mortos”, estabeleceu arquétipos e convenções que definem o subgênero até hoje. Sua visão pioneira não apenas criou um novo tipo de terror, mas também inseriu comentários sociais agudos que continuam relevantes. A evolução do gênero trouxe inovações como os zumbis ágeis de “Extermínio” e a combinação de humor e horror em “Todo Mundo Quase Morto”, provando que o apetite por essas narrativas é tão insaciável quanto as próprias criaturas retratadas. A saga do cinema zumbi continua a se expandir, refletindo os temores e anseios da sociedade moderna, ao mesmo tempo em que oferece escapismo e adrenalina para uma audiência cada vez mais diversificada.A saga do cinema ZUMBI: a representação dos mortos-vivos nos filmes

Os filmes de zumbis têm desempenhado um papel significativo na história do cinema, explorando a fascinação humana com a morte e o desconhecido. A representação dos mortos-vivos nas telonas tem evoluído ao longo dos anos, passando por diferentes interpretações e estilos.

Nos primeiros filmes de zumbis,

Diversidade dos Filmes de Zumbi e sua Recepção pelo Público

O cinema de zumbis tem evoluído significativamente, afastando-se dos clichês e abraçando uma variedade maior de narrativas que desafiam as expectativas do público. Essa transformação não se limita apenas aos aspectos visuais ou à ação frenética típica do gênero, mas estende-se também à construção de personagens e à exploração de temas sociais profundos. As representações dos mortos-vivos têm ganhado camadas de complexidade, com filmes que apresentam zumbis dotados de traços humanos remanescentes, instigando reflexões sobre identidade, memória e humanidade.

A receptividade a essas obras revela uma mudança no gosto dos espectadores, que agora buscam experiências cinematográficas que ofereçam mais do que sustos e gore. A inclusão de elementos dramáticos, a diversificação dos protagonistas e a abordagem de questões como preconceito e luta por sobrevivência ressoam com o público contemporâneo. A aceitação dessas novas perspectivas é evidenciada pela popularidade crescente de filmes que se aventuram além da superfície do horror, proporcionando uma visão mais rica e variada do apocalipse zumbi.A saga do cinema ZUMBI: a representação dos mortos-vivos nos filmes

Os filmes de zumbis têm sido uma saga cinematográfica que tem explorado a representação dos mortos-vivos de maneiras diversas. Desde os clássicos até as produções mais recentes, os zumbis têm sido retratados de formas variadas, desde criaturas assustadoras e sedentas de sangue até seres mais humanizados e complexos.

Da Origem aos Clássicos: Os Primeiros Filmes de Zumbi

As representações cinematográficas de zumbis têm raízes profundas na história do cinema, remontando às primeiras décadas do século XX. Essas criaturas, hoje ícones indiscutíveis do terror, emergiram inicialmente em produções que refletiam as fascinações e temores de suas respectivas épocas. O subgênero zumbi, desde então, tem se desenvolvido com uma complexidade narrativa que desafia os limites da imaginação e da técnica cinematográfica.

O cinema dos zumbis teve seu início com “Zumbi – A Legião dos Mortos” (1932), um filme que introduziu ao público a noção de mortos reanimados. Embora essa obra não se assemelhe às representações modernas de zumbis, ela estabeleceu um precedente para a exploração de temas como a morte e o sobrenatural no cinema. A evolução do gênero prosseguiu com “A Morta-Viva” (1943), que trouxe uma abordagem mais sofisticada e atmosférica aos mortos-vivos, ainda que mantendo-se distante da ideia contemporânea dessas criaturas.

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George A. Romero, nome incontornável quando se fala em filmes de zumbi, revolucionou o gênero com “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968). Este filme é considerado um marco na história do cinema de terror por sua abordagem crua e realista. Romero não apenas redefiniu o conceito de zumbis como seres famintos por carne humana, mas também utilizou o filme para tecer críticas sociais sutis, algo que se tornaria uma característica recorrente em suas obras subsequentes.

A sequência “O Despertar dos Mortos” (1978) ampliou ainda mais o escopo da crítica social, utilizando o cenário de um shopping-center para comentar sobre o consumismo desenfreado. Com uma mistura de horror e sátira, Romero solidificou sua posição como um mestre do gênero, influenciando inúmeros cineastas e obras que vieram depois.

Outro marco importante foi “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985), dirigido por Dan O’Bannon. Este filme introduziu elementos de comédia ao subgênero e cunhou a imagem popular dos zumbis como comedores de cérebros. Essa abordagem menos convencional demonstrou a versatilidade do tema zumbi no cinema, permitindo que ele transpusesse os limites do horror puro e adentrasse outros territórios narrativos.

A virada do milênio testemunhou um ressurgimento do interesse pelos zumbis, com “Extermínio” (2002), dirigido por Danny Boyle, apresentando uma nova variação: os zumbis rápidos. Este elemento adicionou uma camada extra de tensão e urgência às histórias, renovando o subgênero para uma nova geração de espectadores.

“Todo Mundo Quase Morto” (2004), dirigido por Edgar Wright, é outra obra digna de nota. Este filme não só homenageou os clássicos do passado como também trouxe uma reflexão sobre a vida moderna e os relacionamentos interpessoais em meio ao caos de um apocalipse zumbi.

Ao longo das décadas, os filmes de zumbi têm se transformado e adaptado às mudanças culturais e tecnológicas, mantendo-se relevantes e provocativos. Eles continuam a explorar as profundezas da condição humana, enquanto entretêm e assustam espectadores ao redor do mundo. A evolução dessas representações reflete não apenas avanços na arte cinematográfica, mas também mudanças nas preocupações sociais e nos medos coletivos.A saga do cinema ZUMBI: a representação dos mortos-vivos nos filmes

Os filmes de zumbis têm sido uma saga no mundo do cinema, com a representação dos mortos-vivos se tornando um tema recorrente. Esses filmes exploram o conceito de pessoas que retornam à vida após a morte, mas de uma forma diferente de qualquer outra criatura sobrenatural.

A representação dos zumbis nos filmes tem evoluído

Inovação e Humor: O Cinema Zumbi em Novas Abordagens

Desde a alvorada do gênero, o cinema zumbi tem se reinventado constantemente, adaptando-se às mudanças culturais e sociais. A figura do zumbi, outrora um ser reanimado por feitiços vudus nas lendas haitianas, evoluiu para um símbolo de críticas sociais e medos contemporâneos. O pioneiro George Romero, com sua obra “A Noite dos Mortos-Vivos”, estabeleceu uma nova era para os mortos-vivos, impondo regras e características que perduram até os dias atuais. Seus filmes não apenas retratavam zumbis famintos por carne humana, mas também refletiam sobre questões profundas como racismo e consumismo desenfreado, estabelecendo uma complexidade narrativa que desafiava as expectativas do público.

No entanto, ao longo dos anos, observou-se uma tendência à homogeneização na representação dessas criaturas. As produções mais recentes muitas vezes negligenciam a explosividade emocional e o humor que poderiam aliviar a tensão constante de um cenário apocalíptico. Críticas apontam para uma saturação do gênero, onde a falta de leveza e inovação resulta em narrativas previsíveis. A série “The Walking Dead”, apesar de sua popularidade e sucesso inicial, tornou-se alvo dessas críticas pela seriedade excessiva e pela repetição de fórmulas já desgastadas. Em contraste, produções que incorporam humor e inovação conseguem renovar o interesse pelo gênero, mantendo os espectadores engajados e oferecendo uma experiência cinematográfica multifacetada.

A identificação com os personagens humanos é um elemento crucial para o sucesso das histórias de zumbis. A habilidade dos espectadores de se verem nos sobreviventes, imaginando como reagiriam sob circunstâncias extremas, cria um vínculo poderoso com a narrativa. Essa conexão é fortalecida quando os filmes exploram a diversidade de emoções humanas – não apenas o medo e o desespero, mas também o amor, a esperança e até mesmo o humor. Ao equilibrar esses elementos com maestria, o cinema zumbi pode continuar a prosperar, oferecendo aos espectadores não apenas sustos e tensão, mas também reflexões sobre a resiliência humana diante do caos.

Desde os primeiros grunhidos nos clássicos do terror, os zumbis evoluíram para criaturas complexas e assustadoras. A indústria cinematográfica tem uma fascinação por esses seres apocalípticos, e você pode explorar as mais aterrorizantes representações de zumbis no cinema, mergulhando em uma jornada de suspense e horror que desafia nossa coragem.

1. Quais são os primeiros filmes de zumbi e como eles influenciaram o gênero?

R: Os primeiros filmes de zumbi, como “Zumbi – A Legião dos Mortos” (1932) e “A Morta-Viva” (1943), estabeleceram as bases para a representação dos mortos-vivos no cinema, introduzindo o conceito de mortos reanimados. Essas obras exploraram temas como a morte e o sobrenatural, pavimentando o caminho para o desenvolvimento do gênero.

2. Como George Romero revolucionou o cinema de zumbi?

R: George Romero é considerado um dos mestres do cinema de zumbi, tendo revolucionado o gênero com filmes como “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968) e “O Despertar dos Mortos” (1978). Suas obras não apenas redefiniram a imagem dos zumbis como seres famintos por carne humana, mas também abordaram questões sociais e políticas de forma crítica e realista.

3. Como a representação dos zumbis evoluiu ao longo das décadas?

R: A representação dos zumbis no cinema evoluiu significativamente ao longo das décadas, passando por diferentes interpretações e estilos. Desde os zumbis lentos e assustadores até os zumbis rápidos e ágeis, o gênero tem explorado uma variedade de abordagens para criar tensão e entretenimento.

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4. Quais são as características mais marcantes das representações modernas de zumbis?

R: As representações modernas de zumbis são marcadas por uma maior complexidade narrativa e pela exploração de temas sociais profundos. Além disso, essas representações muitas vezes apresentam zumbis com traços humanos remanescentes, instigando reflexões sobre identidade, memória e humanidade.

5. Como o cinema zumbi se adaptou às mudanças culturais e sociais?

R: O cinema zumbi tem se adaptado constantemente às mudanças culturais e sociais, refletindo as preocupações e medos da sociedade em diferentes épocas. As representações dessas criaturas têm acompanhado as transformações da arte cinematográfica, incorporando elementos dramáticos, humor e inovação para manter o interesse do público.

6. Quais são as críticas mais comuns ao gênero do cinema zumbi?

R: Algumas críticas comuns ao gênero do cinema zumbi incluem a falta de explosividade emocional e humor nas produções mais recentes, o que pode resultar em narrativas previsíveis e repetitivas. Além disso, a saturação do gênero também é apontada como um problema, com algumas produções perdendo a originalidade e se tornando clichês.

7. Por que a identificação com os personagens humanos é importante nas histórias de zumbis?

R: A identificação com os personagens humanos é importante nas histórias de zumbis porque permite que os espectadores se coloquem no lugar dos sobreviventes e imaginem como reagiriam em situações extremas. Essa conexão emocional cria um vínculo poderoso com a narrativa e aumenta o engajamento do público.

8. Como a diversidade de emoções humanas é explorada nos filmes de zumbi?

R: Os filmes de zumbi exploram a diversidade de emoções humanas ao retratar não apenas o medo e o desespero diante do apocalipse zumbi, mas também o amor, a esperança e até mesmo o humor. Essa abordagem equilibrada permite que as histórias ofereçam uma experiência cinematográfica multifacetada.

9. Quais são as inovações mais recentes no cinema zumbi?

R: Algumas inovações recentes no cinema zumbi incluem a combinação de elementos de outros gêneros, como comédia e animação, para criar narrativas originais e surpreendentes. Além disso, novas abordagens estéticas e técnicas também têm sido exploradas para oferecer uma experiência visual única.

10. Como os filmes de zumbi refletem preocupações sociais contemporâneas?

R: Os filmes de zumbi refletem preocupações sociais contemporâneas ao utilizar as criaturas como metáforas para questões como consumismo desenfreado, preconceito, sobrevivência em um mundo caótico, entre outros temas relevantes para a sociedade atual.

11. Qual é a importância do cinema zumbi na cultura pop?

R: O cinema zumbi tem uma grande importância na cultura pop por capturar a imaginação do público e oferecer entretenimento que vai além do simples susto. As representações dos mortos-vivos nas telas se tornaram ícones culturais que permeiam diversos gêneros cinematográficos e cativam audiências de diferentes faixas etárias.

12. Quais são os filmes de zumbi mais famosos da atualidade?

R: Alguns dos filmes de zumbi mais famosos da atualidade incluem “The Walking Dead” (série), “Extermínio” (2002), “Todo Mundo Quase Morto” (2004), entre outros que trouxeram inovações narrativas e conquistaram um grande número de fãs.

13. Como os filmes de zumbi têm influenciado outras formas de mídia?

R: Os filmes de zumbi têm influenciado outras formas de mídia, como séries de TV, quadrinhos, videogames e livros. A popularidade dessas representações levou ao surgimento de universos expandidos e adaptações em diferentes mídias, ampliando ainda mais o alcance dessas histórias.

14. Por que os filmes de zumbi continuam sendo populares até hoje?

R: Os filmes de zumbi continuam sendo populares até hoje porque oferecem uma combinação única de susto, tensão e reflexão sobre questões sociais contemporâneas. Além disso, a capacidade dessas histórias em se reinventar constantemente e se adaptar às mudanças culturais mantém o interesse do público em alta.

15. O que podemos esperar do futuro do cinema zumbi?

R: O futuro do cinema zumbi promete continuar explorando novas abordagens narrativas, estéticas e técnicas para manter a relevância do gênero. Com cada vez mais diretores experimentando com diferentes estilos e temáticas dentro desse universo, podemos esperar filmes que desafiem as expectativas do público e ofereçam experiências cinematográficas cada vez mais inovadoras.

  • Desde as primeiras aparições nas telas, os zumbis têm capturado a imaginação do público
  • A influência de George Romero estabeleceu arquétipos e convenções que definem o subgênero até hoje
  • A evolução do gênero trouxe inovações como os zumbis ágeis de “Extermínio” e a combinação de humor e horror em “Todo Mundo Quase Morto”
  • O cinema de zumbis tem se diversificado, explorando uma variedade maior de narrativas
  • A receptividade a essas novas obras revela uma mudança no gosto dos espectadores
  • Os primeiros filmes de zumbi remontam às primeiras décadas do século XX
  • “Zumbi – A Legião dos Mortos” (1932) introduziu a noção de mortos reanimados
  • George A. Romero revolucionou o gênero com “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968)
  • “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985) introduziu elementos de comédia ao subgênero
  • “Extermínio” (2002) apresentou uma nova variação: os zumbis rápidos
  • “Todo Mundo Quase Morto” (2004) trouxe uma reflexão sobre a vida moderna e os relacionamentos interpessoais em meio ao caos do apocalipse zumbi
  • O cinema zumbi tem se reinventado constantemente, adaptando-se às mudanças culturais e sociais
  • A falta de inovação e humor tem sido criticada em produções recentes do gênero
  • A identificação com os personagens humanos é crucial para o sucesso das histórias de zumbis

Clássicos do Cinema Zumbi Inovação e Diversidade
A Noite dos Mortos-Vivos (1968) Extermínio (2002)
O Despertar dos Mortos (1978) Todo Mundo Quase Morto (2004)
A Volta dos Mortos-Vivos (1985) Shaun of the Dead (2004)
Zumbilândia (2009) Invasão Zumbi (2016)
Train to Busan (2016) Army of the Dead (2021)
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Glossário: Explore Aterrorizantes Representações de Zumbis no Cinema

– Zumbis: Criaturas reanimadas que retornam à vida após a morte, geralmente com uma aparência cadavérica e um desejo insaciável por carne humana.
– Saga do cinema zumbi: A história contínua e evolução dos filmes de zumbi ao longo das décadas.
– Representação dos mortos-vivos: A maneira como os zumbis são retratados nas telas, variando de criaturas assustadoras e sedentas de sangue a seres mais humanizados e complexos.
– George Romero: Diretor e roteirista conhecido por seu trabalho revolucionário no gênero de filmes de zumbi, incluindo “A Noite dos Mortos-Vivos” e “O Despertar dos Mortos”.
– Arquétipos e convenções: Elementos e características comuns que definem o subgênero de filmes de zumbi, estabelecidos por George Romero e outros cineastas influentes.
– Inovações: Novas abordagens e elementos introduzidos nos filmes de zumbi, como zumbis rápidos em “Extermínio” e a combinação de humor e horror em “Todo Mundo Quase Morto”.
– Valor de entretenimento: O apelo e a diversão proporcionados pelos filmes de zumbi, que cativam e assustam o público.
– Metáforas para questões sociais, políticas e humanas: A capacidade dos zumbis de representar simbolicamente questões mais profundas, como preconceito, luta por sobrevivência e medos contemporâneos.
– Variedade maior de narrativas: A ampliação do escopo dos filmes de zumbi, que agora exploram diferentes estilos, construção de personagens e temas sociais profundos.
– Recepção pelo público: A forma como os espectadores respondem aos filmes de zumbi, refletindo mudanças em seus gostos e interesses.
– Elementos dramáticos: A inclusão de elementos emocionais e dramáticos nos filmes de zumbi, além do susto e gore tradicionais.
– Diversificação dos protagonistas: A representação de personagens diversos como protagonistas nos filmes de zumbi, desafiando estereótipos e oferecendo uma visão mais rica do apocalipse zumbi.
– Origem dos filmes de zumbi: Os primeiros filmes que introduziram a noção de mortos reanimados, como “Zumbi – A Legião dos Mortos” (1932) e “A Morta-Viva” (1943).
– Complexidade narrativa: A evolução dos filmes de zumbi para explorar questões mais profundas, como racismo, consumismo desenfreado e reflexões sobre a condição humana.
– Explosividade emocional: A falta de emoções intensas e humor nos filmes recentes de zumbi, resultando em narrativas previsíveis.
– Experiência cinematográfica multifacetada: Filmes que equilibram susto, tensão, emoções humanas variadas e inovação para manter os espectadores engajados.
– Identificação com os personagens humanos: O vínculo emocional criado quando os espectadores se veem nos sobreviventes dos filmes de zumbi.
– Reflexões sobre a resiliência humana diante do caos: A capacidade dos filmes de zumbi em explorar a força e a adaptabilidade da raça humana em situações extremas.

As Metáforas Sociais e Políticas em Filmes de Zumbi

Além do puro entretenimento e do terror visceral que os filmes de zumbis proporcionam, há um aspecto frequentemente explorado por cineastas e roteiristas que merece atenção: a representação de zumbis como metáforas para questões sociais e políticas. George A. Romero, por exemplo, utilizou os mortos-vivos em seus filmes para criticar o consumismo desenfreado, a segregação racial e a apatia social. Em “A Noite dos Mortos-Vivos”, a tensão racial é palpável e reflete as lutas da época em que foi lançado. Já em “Despertar dos Mortos”, o cenário de um shopping center serve como uma crítica mordaz ao capitalismo. Os filmes de zumbis modernos continuam essa tradição, utilizando os horrores ficcionais para espelhar e questionar as realidades contemporâneas, desde a disseminação de doenças até o colapso da ordem social. A análise dessas obras sob uma lente crítica revela as camadas mais profundas de significado, tornando-as relevantes não apenas como entretenimento, mas também como comentário social.

A Evolução dos Efeitos Especiais e Maquiagem nos Filmes de Zumbi

Outro tópico fascinante na jornada cinematográfica dos mortos-vivos é a evolução dos efeitos especiais e da maquiagem ao longo das décadas. Desde as primeiras representações, onde a maquiagem era rudimentar e os efeitos especiais quase inexistentes, até as produções atuais com tecnologia de ponta, houve uma transformação impressionante na forma como os zumbis são trazidos à vida — ou melhor, à morte-viva — na tela grande. Pioneiros como Tom Savini e Greg Nicotero revolucionaram a arte da maquiagem de horror, criando zumbis cada vez mais realistas e grotescos que assombram os espectadores. Com o advento da computação gráfica, os limites foram ainda mais expandidos, permitindo cenas de hordas de zumbis e destruições em massa que seriam impossíveis anteriormente. Essa progressão técnica não apenas aumentou a imersão nas narrativas apocalípticas como também elevou o padrão estético e as expectativas do público para com o gênero de horror.

Fontes

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