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“Desvende a Magia do Cinema ao Explorar o Autismo”

No universo cinematográfico, a representação de indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e como o ambiente das salas de cinema se adapta às suas necessidades é um tópico de relevância crescente. Como parte do compromisso com a inclusão, a Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou uma medida pioneira: a obrigatoriedade de reservar uma sessão mensal em cinemas para pessoas com TEA e seus familiares. Mas o que implica esta adaptação na experiência cinematográfica e como ela ressoa com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI)?

As sessões destinadas ao público com autismo apresentarão características específicas, como a ausência de publicidades comerciais, luzes levemente acesas e som em volume reduzido. Além disso, haverá maior flexibilidade no comportamento dos espectadores, permitindo-lhes entrar e sair da sala conforme

Desvende a Magia do Cinema ao Explorar o Autismo

  • A Câmara dos Deputados aprovou uma proposta para inclusão de pessoas com TEA no cinema, garantindo uma sessão mensal adaptada.
  • As sessões adaptadas excluem publicidades, mantêm luzes parcialmente acesas e som em volume reduzido, beneficiando o público com autismo.
  • Há flexibilidade para que as pessoas com TEA e suas famílias possam entrar e sair da sala de cinema conforme necessário durante a exibição.
  • A medida alinha-se à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, promovendo acesso igualitário à cultura.
  • Identificação visual com o símbolo do espectro autista será utilizada para sinalizar as sessões adaptadas nas salas de exibição.
  • A proposta ainda passará por análise de outras comissões, incluindo a de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a de Constituição e Justiça e Cidadania.
  • Um projeto de lei complementar busca garantir que 2% das sessões nacionais sejam adaptadas para o público com TEA.
  • Este projeto adicional visa regular os padrões de adaptação das salas e limitar as publicidades, além das alterações no ambiente audiovisual já mencionadas.

Desvendar a magia do cinema ao explorar o autismo pode ser uma experiência enriquecedora e inclusiva. Com a aprovação de propostas que obrigam as salas de cinema a reservar sessões mensais para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias, é possível proporcionar um ambiente acolhedor e adaptado às necessidades desses espectadores. Durante essas sessões especiais, as luzes estarão levemente acesas, o volume do som será reduzido e não serão exibidas publicidades comerciais. Além disso, os espectadores terão a liberdade de entrar e sair da sala conforme suas necessidades. Essas iniciativas estão de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), garantindo que todos tenham igualdade de oportunidades culturais. Portanto, aproveite essa oportunidade para desvendar a magia do cinema em um ambiente inclusivo e acolhedor.
O cinema tem retratado o autismo e outros transtornos do espectro autista de diferentes maneiras. Alguns filmes têm como objetivo principal educar o público sobre o autismo, mostrando os desafios enfrentados por pessoas autistas e suas famílias. Esses filmes geralmente retratam personagens autistas de forma realista, destacando suas habilidades e dificuldades de comunicação e interação social.

Outros filmes exploram o aut

Cinema como uma forma de representar o autismo

No universo cinematográfico, a representação de personagens autistas tem se tornado um campo fértil para discussões e reflexões acerca da diversidade humana. A tela grande oferece uma oportunidade única de imersão em realidades distintas, permitindo que o público amplie sua compreensão sobre o espectro autista. Obras como “O Contador” e “The Good Doctor” têm contribuído significativamente para essa exposição, retratando indivíduos autistas não apenas como figuras secundárias, mas como protagonistas complexos e capazes de grandes feitos em suas respectivas áreas de atuação.

A inclusão de atores autistas na indústria cinematográfica é um passo crucial para a autenticidade e a quebra de estereótipos. Atores como Anthony Hopkins e Daryl Hannah trouxeram novas nuances para seus papéis após suas descobertas pessoais sobre o espectro, influenciando positivamente suas performances. No entanto, a prática de escalar atores neurotípicos para interpretar personagens autistas ainda é predominante, o que muitas vezes resulta em representações distorcidas e unidimensionais. Esta escolha pode perpetuar mitos e mal-entendidos sobre o autismo, além de limitar as oportunidades para artistas autistas.

A luta contra o capacitismo no cinema é uma jornada contínua, exigindo um olhar crítico e consciente por parte dos criadores de conteúdo e do público. Séries como “Everything’s Gonna Be Okay” demonstram que é possível e necessário retratar a diversidade de experiências dentro do espectro autista com respeito e profundidade. Ao desafiar os estereótipos nocivos, desde a noção do “PCD mágico” até a do “autista genial”, o cinema pode desempenhar um papel vital na promoção da inclusão e na celebração das diferenças que enriquecem a sociedade.O cinema tem retratado o autismo e outros transtornos do espectro autista de diferentes maneiras. Alguns filmes abordam o tema com sensibilidade e precisão, buscando representar com fidelidade as experiências e desafios enfrentados por pessoas com autismo. Essas representações podem ajudar a aumentar a conscientização sobre o autismo e a promover a compreensão e empatia em relação a esses indiví

O impacto das representações cinematográficas no espectro autista

A indústria cinematográfica, ao longo dos anos, tem progressivamente incorporado personagens que se encontram no espectro autista, buscando refletir a diversidade e complexidade humanas em suas narrativas. A maneira como essas personagens são retratadas pode ter um impacto significativo na percepção pública do autismo, influenciando não só o entendimento geral sobre o transtorno, mas também a forma como a sociedade interage com indivíduos autistas. Produções como “O Contador” e “The Good Doctor” têm contribuído para essa visibilidade, embora ainda existam críticas quanto à falta de atores autistas interpretando esses papéis. A autenticidade da representação é uma questão crucial que ressoa na comunidade autista e entre os defensores da inclusão.

A descoberta tardia de autismo por atores renomados, como Anthony Hopkins, revela uma nova camada de complexidade no diálogo sobre representatividade. Essas revelações pessoais podem servir de inspiração e oferecer novas perspectivas sobre as capacidades e talentos de pessoas no espectro, desafiando estereótipos e preconceitos arraigados. Por outro lado, a responsabilidade da indústria cinematográfica em promover uma representação consciente e diversificada é imensa. Séries como “Atypical” demonstram que é possível abordar o tema com sensibilidade e leveza, conquistando a empatia do público e promovendo uma maior conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).O cinema tem retratado o AUTISMO e outros Transtornos do Espectro Autista de diferentes maneiras ao longo dos anos. Alguns filmes têm abordado o tema de forma sensível e realista, buscando retratar a experiência de pessoas com autismo e suas famílias. Essas representações muitas vezes destacam os desafios e as dificuldades enfrentadas por indivíduos com autismo, bem como a import

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As oportunidades de inclusão e conscientização por meio do cinema

O cinema, em sua essência, é uma ferramenta poderosa para a educação e a sensibilização social. Quando se aborda o autismo nas narrativas cinematográficas, abre-se um vasto campo para a inclusão e a conscientização. Filmes que retratam personagens autistas ou que são centrados na vivência do espectro autista contribuem significativamente para o desmantelamento de estereótipos e a promoção da empatia. É crucial que essas obras sejam construídas com responsabilidade e precisão, evitando perpetuar mitos e equívocos comuns que cercam o transtorno.

A representatividade fílmica do autismo não apenas ilumina as nuances desta condição, mas também desafia o público a refletir sobre a diversidade humana. Através de histórias que variam desde dramas intensos até comédias leves, o cinema tem o potencial de mostrar que pessoas no espectro autista possuem suas próprias trajetórias, desejos e desafios. Mais do que isso, a inclusão de profissionais autistas na indústria cinematográfica é um passo fundamental para garantir que suas vozes sejam ouvidas e suas perspectivas, valorizadas. Ao abrir espaço para que indivíduos autistas participem ativamente da criação de conteúdo relacionado à sua experiência, o cinema atua como um agente transformador na luta por uma sociedade mais inclusiva.O cinema tem retratado o autismo e outros transtornos do espectro autista de diferentes maneiras ao longo dos anos. Alguns filmes abordam o tema de forma sensível e realista, mostrando os desafios enfrentados por pessoas com autismo e suas famílias. Essas representações muitas vezes buscam aumentar a conscientização sobre o autismo e promover a inclusão.

Outros filmes retratam o autismo de

A importância da representação autêntica e responsável no cinema

No universo cinematográfico, a representação de personagens com autismo tem sido um tema de crescente interesse e relevância. A forma como esses indivíduos são retratados nas telas não apenas reflete as percepções sociais, mas também influencia diretamente a maneira como a sociedade compreende e interage com a diversidade do espectro autista. A representação autêntica e responsável no cinema é, portanto, uma ferramenta poderosa para fomentar o diálogo, a empatia e a inclusão.

Desmistificando o Autismo Através da Arte Cinematográfica

A complexidade inerente ao espectro autista demanda um olhar cuidadoso e informado por parte dos cineastas. Filmes que abordam o tema com profundidade e sensibilidade contribuem para desmistificar estigmas e promover um entendimento mais apurado sobre o autismo. É crucial que os roteiristas e diretores se aprofundem nas nuances do espectro, evitando cair em simplificações ou generalizações que possam perpetuar equívocos.

Colaboração com Especialistas e Vivências Reais

Para alcançar uma representação fidedigna, muitos cineastas têm buscado colaborar com especialistas em autismo, bem como com indivíduos autistas e suas famílias. Essa interação permite que as narrativas se construam a partir de vivências reais, conferindo maior veracidade às histórias contadas. Ao mesmo tempo, essa prática ressalta a importância de ouvir as vozes daqueles que são diretamente impactados pelo transtorno.

O Impacto da Explosividade Narrativa na Representação do Autismo

A explosividade narrativa, caracterizada pela alternância entre cenas de diferentes ritmos e intensidades emocionais, pode ser particularmente eficaz ao retratar a realidade de pessoas com autismo. As variações na dinâmica das cenas podem simular as experiências sensoriais e emocionais vivenciadas por muitos indivíduos no espectro, proporcionando ao público uma aproximação mais íntima dessas realidades.

Perplexidade Linguística e Comportamental no Roteiro

A inclusão de uma linguagem complexa e diversificada nos diálogos dos personagens autistas é outro aspecto que enriquece a representação. A perplexidade linguística pode refletir as distintas maneiras de comunicação presentes no espectro autista, desde o uso de padrões de fala únicos até formas não verbais de expressão. Além disso, a atenção aos comportamentos e rotinas específicas desses personagens pode oferecer uma visão mais abrangente sobre o cotidiano das pessoas com autismo.

Em suma, o cinema possui o potencial transformador de alterar percepções e promover uma sociedade mais inclusiva. Ao abraçar a responsabilidade de retratar o autismo com autenticidade e respeito, os cineastas desempenham um papel crucial na construção de um mundo onde a diversidade é não apenas aceita, mas valorizada em todas as suas facetas.

Adentrar o universo cinematográfico é como abrir um portal para novas realidades. Ao explorar o autismo através das lentes do cinema, não apenas ampliamos nossa compreensão sobre a diversidade humana, mas também celebramos as diferentes maneiras de perceber e interagir com o mundo. Venha conosco nessa jornada enriquecedora!

1. Como o cinema tem retratado o autismo ao longo dos anos?

R: O cinema tem retratado o autismo de diferentes maneiras, desde filmes que buscam representar com fidelidade as experiências e desafios enfrentados por pessoas com autismo, até filmes que abordam o tema de forma sensível e realista, aumentando a conscientização sobre o transtorno.

2. Quais são os objetivos principais dos filmes que retratam o autismo?

R: Os filmes que retratam o autismo têm como objetivo principal educar o público sobre o transtorno, mostrando os desafios enfrentados por pessoas autistas e suas famílias. Esses filmes geralmente destacam as habilidades e dificuldades de comunicação e interação social das personagens autistas.

3. Como a inclusão de atores autistas na indústria cinematográfica contribui para a autenticidade das representações?

R: A inclusão de atores autistas na indústria cinematográfica é crucial para garantir a autenticidade das representações. Atores autistas trazem novas nuances para seus papéis, baseadas em suas próprias experiências e perspectivas. Isso influencia positivamente suas performances e ajuda a quebrar estereótipos sobre o autismo.

4. Quais são as críticas em relação à escalação de atores neurotípicos para interpretar personagens autistas?

R: A escalação de atores neurotípicos para interpretar personagens autistas ainda é predominante na indústria cinematográfica. Isso pode resultar em representações distorcidas e unidimensionais do autismo, perpetuando mitos e mal-entendidos sobre o transtorno. Além disso, essa prática limita as oportunidades para artistas autistas.

5. Como as representações cinematográficas do autismo podem impactar a percepção pública do transtorno?

R: As representações cinematográficas do autismo podem ter um impacto significativo na percepção pública do transtorno. Elas influenciam não apenas o entendimento geral sobre o autismo, mas também a forma como a sociedade interage com indivíduos autistas. Representações autênticas e responsáveis podem promover a compreensão, a empatia e a inclusão.

6. Quais são as oportunidades de inclusão e conscientização proporcionadas pelo cinema?

R: O cinema oferece oportunidades de inclusão e conscientização ao retratar personagens autistas de forma sensível e realista. Essas representações contribuem para o desmantelamento de estereótipos e promovem a empatia. Além disso, a inclusão de profissionais autistas na indústria cinematográfica valoriza suas vozes e perspectivas.

7. Como as produções cinematográficas podem desafiar estereótipos nocivos relacionados ao autismo?

R: As produções cinematográficas podem desafiar estereótipos nocivos relacionados ao autismo ao evitar noções como “PCD mágico” ou “autista genial”. Ao retratar personagens autistas de forma diversificada e realista, elas promovem uma maior conscientização sobre a diversidade de experiências dentro do espectro.

8. Qual é a importância da representatividade fílmica do autismo?

R: A representatividade fílmica do autismo ilumina as nuances da condição e desafia o público a refletir sobre a diversidade humana. Ela mostra que pessoas no espectro autista possuem suas próprias trajetórias, desejos e desafios, promovendo uma maior compreensão e aceitação da diferença.

9. Como a colaboração com especialistas em autismo pode contribuir para uma representação mais fidedigna?

R: A colaboração com especialistas em autismo, assim como com indivíduos autistas e suas famílias, é fundamental para alcançar uma representação mais fidedigna do transtorno. Essa interação permite que as narrativas sejam construídas a partir de vivências reais, conferindo maior veracidade às histórias contadas.

10. Como a explosividade narrativa pode ser eficaz ao retratar o autismo no cinema?

R: A explosividade narrativa, caracterizada pela alternância entre cenas de diferentes ritmos e intensidades emocionais, pode simular as experiências sensoriais e emocionais vivenciadas por muitos indivíduos no espectro autista. Isso proporciona ao público uma aproximação mais íntima dessas realidades.

11. Como a perplexidade linguística pode enriquecer a representação do autismo no cinema?

R: A perplexidade linguística, caracterizada pelo uso de uma linguagem complexa e diversificada nos diálogos dos personagens autistas, enriquece a representação ao refletir as distintas maneiras de comunicação presentes no espectro autista. Isso pode incluir padrões de fala únicos e formas não verbais de expressão.

12. Quais são os benefícios de retratar os comportamentos e rotinas específicas das personagens autistas no cinema?

R: Retratar os comportamentos e rotinas específicas das personagens autistas no cinema oferece uma visão mais abrangente sobre o cotidiano das pessoas com autismo. Isso ajuda a promover uma maior compreensão sobre suas necessidades individuais e desafios diários.

13. Qual é o papel do cinema na luta por uma sociedade mais inclusiva?

R: O cinema desempenha um papel vital na luta por uma sociedade mais inclusiva ao abrir espaço para que vozes antes marginalizadas sejam ouvidas e valorizadas. Ao retratar o autismo com autenticidade e respeito, os cineastas contribuem para promover uma maior aceitação da diversidade em todas as suas facetas.

14. Como o cinema pode alterar percepções e promover uma maior conscientização sobre o autismo?

R: O cinema possui um potencial transformador ao alterar percepções sobre o autismo através de histórias que variam desde dramas intensos até comédias leves. Ao mostrar personagens autistas como protagonistas complexos, capazes de grandes feitos em suas áreas de atuação, ele promove uma maior conscientização sobre o transtorno.

15. Qual é a importância da representação responsável do autismo no cinema?

R: A representação responsável do autismo no cinema é crucial para evitar perpetuar estigmas e equívocos comuns relacionados ao transtorno. Ela promove um entendimento mais apurado sobre o espectro autista, incentivando a empatia e a inclusão na sociedade como um todo.

  • No universo cinematográfico, a representação de personagens autistas tem se tornado um campo fértil para discussões e reflexões acerca da diversidade humana.
  • Obras como “O Contador” e “The Good Doctor” têm contribuído significativamente para essa exposição, retratando indivíduos autistas não apenas como figuras secundárias, mas como protagonistas complexos.
  • A inclusão de atores autistas na indústria cinematográfica é um passo crucial para a autenticidade e a quebra de estereótipos.
  • Atores como Anthony Hopkins e Daryl Hannah trouxeram novas nuances para seus papéis após suas descobertas pessoais sobre o espectro.
  • A prática de escalar atores neurotípicos para interpretar personagens autistas ainda é predominante, o que muitas vezes resulta em representações distorcidas e unidimensionais.
  • Séries como “Everything’s Gonna Be Okay” demonstram que é possível e necessário retratar a diversidade de experiências dentro do espectro autista com respeito e profundidade.
  • A indústria cinematográfica tem progressivamente incorporado personagens que se encontram no espectro autista, buscando refletir a diversidade e complexidade humanas em suas narrativas.
  • A maneira como essas personagens são retratadas pode ter um impacto significativo na percepção pública do autismo, influenciando não só o entendimento geral sobre o transtorno, mas também a forma como a sociedade interage com indivíduos autistas.
  • A descoberta tardia de autismo por atores renomados revela uma nova camada de complexidade no diálogo sobre representatividade.
  • A responsabilidade da indústria cinematográfica em promover uma representação consciente e diversificada é imensa.
  • Séries como “Atypical” demonstram que é possível abordar o tema com sensibilidade e leveza, conquistando a empatia do público e promovendo uma maior conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
  • O cinema, em sua essência, é uma ferramenta poderosa para a educação e a sensibilização social.
  • Filmes que retratam personagens autistas ou que são centrados na vivência do espectro autista contribuem significativamente para o desmantelamento de estereótipos e a promoção da empatia.
  • É crucial que essas obras sejam construídas com responsabilidade e precisão, evitando perpetuar mitos e equívocos comuns que cercam o transtorno.
  • A representatividade fílmica do autismo não apenas ilumina as nuances desta condição, mas também desafia o público a refletir sobre a diversidade humana.
  • A inclusão de profissionais autistas na indústria cinematográfica é um passo fundamental para garantir que suas vozes sejam ouvidas e suas perspectivas, valorizadas.
  • Ao abrir espaço para que indivíduos autistas participem ativamente da criação de conteúdo relacionado à sua experiência, o cinema atua como um agente transformador na luta por uma sociedade mais inclusiva.
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Representação no Cinema Impacto das Representações
O cinema retrata o autismo de diferentes maneiras, mostrando os desafios enfrentados por pessoas autistas e suas famílias. A representação no cinema pode aumentar a conscientização sobre o autismo e promover a inclusão.
Alguns filmes abordam o tema com sensibilidade e precisão, buscando representar com fidelidade as experiências e desafios enfrentados por pessoas com autismo. Essas representações podem ajudar a promover a compreensão e empatia em relação ao autismo.
A inclusão de atores autistas na indústria cinematográfica é crucial para a autenticidade e a quebra de estereótipos. Atores autistas trazem novas nuances para seus papéis, influenciando positivamente suas performances.
Escalar atores neurotípicos para interpretar personagens autistas pode resultar em representações distorcidas e unidimensionais. Isso pode perpetuar mitos e mal-entendidos sobre o autismo.
O cinema pode desempenhar um papel vital na promoção da inclusão e na celebração das diferenças que enriquecem a sociedade. O cinema pode desafiar estereótipos nocivos e promover uma maior conscientização sobre o autismo.

– Autismo: Transtorno do espectro autista que afeta a comunicação, interação social e comportamento de uma pessoa.
– Representação: A forma como os personagens autistas são retratados no cinema.
– Protagonista: Personagem principal de uma história ou filme.
– Complexo: Que possui várias camadas e nuances.
– Capacitismo: Discriminação e preconceito contra pessoas com deficiências ou transtornos.
– Neurotípico: Pessoa que não está no espectro autista.
– Estereótipos: Simplificações ou generalizações que podem perpetuar equívocos sobre o autismo.
– Inclusão: Ação de incluir e valorizar a participação de pessoas autistas na sociedade.
– Conscientização: Ato de informar e educar sobre o autismo para combater preconceitos e estigmas.
– Empatia: Capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender suas emoções e experiências.
– Desmantelamento de estereótipos: Desconstrução de ideias preconcebidas e falsas sobre o autismo.
– Responsabilidade: Dever de retratar o autismo com precisão e respeito.
– Veracidade: Fidelidade aos fatos e à realidade do autismo.
– Vivências reais: Experiências reais vividas por pessoas autistas e suas famílias.
– Explosividade narrativa: Alternância entre cenas de diferentes ritmos e intensidades emocionais em um filme.
– Perplexidade linguística: Uso de linguagem complexa e diversificada pelos personagens autistas.
– Comportamentos específicos: Comportamentos e rotinas característicos das pessoas autistas.

A Influência do Cinema na Percepção Social do Autismo


O cinema, com seu poder de alcance e influência cultural, desempenha um papel crucial na modelagem das percepções sociais sobre o autismo e outros transtornos do espectro autista (TEA). Ao apresentar histórias que destacam as complexidades e os desafios enfrentados por indivíduos autistas, os filmes têm o potencial de promover maior empatia e compreensão. No entanto, é fundamental que essas representações sejam feitas de maneira responsável e fundamentada em uma compreensão profunda do TEA. A precisão na representação é essencial para evitar estereótipos e generalizações que podem perpetuar mal-entendidos e preconceitos. Portanto, a colaboração entre cineastas e especialistas em autismo, bem como a inclusão de pessoas autistas no processo criativo, são passos importantes para garantir que o cinema contribua positivamente para a conscientização e aceitação da neurodiversidade.

Desafios e Avanços na Educação Inclusiva para Pessoas com Autismo


Além da representação no cinema, outro tópico de grande relevância é a educação inclusiva para pessoas com autismo. A integração de alunos com TEA no sistema educacional regular apresenta desafios significativos, tanto para os educadores quanto para os próprios estudantes. Estratégias pedagógicas especializadas, ambientes adaptados e apoio profissional são elementos-chave para facilitar o aprendizado e o desenvolvimento desses alunos. A discussão sobre educação inclusiva é vital, pois reflete o compromisso da sociedade em promover a igualdade de oportunidades e respeitar as diferenças individuais. A medida que avançamos em direção a uma sociedade mais inclusiva, é imprescindível abordar as necessidades específicas dos indivíduos com autismo na educação, garantindo que todos tenham acesso a um ensino de qualidade e que possam alcançar seu pleno potencial.

Fontes

* _FERNANDES, F. M. P.; SOARES, A. B. O ensino de Artes Visuais e o processo de inclusão de adolescentes com transtorno do espectro autista: realidade e perspectivas. ResearchGate, 2020. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/342592524_

* _GONZÁLEZ, P. A.; LÓPEZ, B. G.; RODRÍGUEZ, A. S. The portrayal of autism in Hollywood films. ResearchGate, 2013. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/241714585_

* _SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA DA FALA. Anais do 26º Encontro Internacional de Audiologia. SOBEP, 2021. Disponível em: https://sobep.org.br/wp-content/uploads/2021/08/SOBEP-ANAIS-CERTO-SOBEP-12.08.2021.pdf_

* _UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. A informação e a medicina em tempos de COVID-19. Repositório UFBA, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/36126/4/a-informacao-e-a-medicina-em-tempos-de-vcovid-REPO.pdf_

* _UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. Resumos Psicologia. Mackenzie, 2019. Disponível em: https://www.mackenzie.br/fileadmin/OLD/47/Graduacao/CCBS/Cursos/Psicologia/RESUMOS_psicologia.pdf_

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